
O fundamento do amor&tantra é transdisciplinar. Tem a ver com a essência motivacional. Por exemplo, como a dos celibatários.
Se a motivação provém de uma verdadeira experiência em profundidade, que trouxe não uma mera curiosidade, mas uma real necessidade de acolher, de encontrar, de unificar, de silenciar para vivenciar o sagrado, tocar a fundo em sensibilidade. Então, a mesma naturalidade que levou outros no passado a investigar essas substâncias da mente nos atos do amor, levarão você por este caminho.
No amor&tantra não existem posturas pré-definidas. Posturas se tornam dogmas da manifestação humana. Basta que as pessoas em questão queiram verdadeiramente sentir o gosto da interioridade e profundade e sejam libertas dos dogmas paragmáticos da educação, doutrinas e religiões, e de preconceitos.
Em verdade é preciso maturidade, sinceridade e confiabilidade.
O entendimento básico, de maturidade, é que os atos do amor (e também sem amor latente) dispendem uma energia poderosa que poderia ser canalizada para diversas outras atividades benéficas. São estímulos primários do instinto e por isso concorrem para um estilo de vida e manifestação primata. Um "macaco" que pensa limitadamente em relação ao seu potencial sapiens: esse é o ser humano primata do agora. Ou seja: por que estimular impulsos primatas num contexto tão complexo que estamos inseridos? Não é mais uma vida na natureza básica ambiental. A "coisa" mudou bastante.
Finalmente, o amor&tantra é simples: mesmo com a penetração e contato do "yang com yin", havendo confiabilidade e saúde não há porque não haver, as pessoas em questão devem se dispor a interiorizar seu contato, seus toques. O contexto é meditativo e sagrado. Não deve existir movimentação primária. Deve haver cuidado nas atitudes e silêncio nas ações. Não digo o silêncio da fala, até porque deve haver concentração nas carícias, emoções, sentimentos e suspiros do amor&tantra, mas a excitação deve ser sempre equilibrada para que o ato seja o mais prolongado o possível.
Bem, para bons entendedores meia palavra basta e um gesto diz mais que mil palavras.
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