Nada mais do que sentimentos infinitos
lendo a autobiografia do Dalai Lama,
Bodhisattva para quem de nós, santo para quem de nós?
Agora todos sabemos e sentimos!!!
Mas antes, quando o Tibet se fechava em sua Doutrina, num mundo limitado onde se alcançava a sublimação religiosa, quem de nós se importava com esse povo?
Talvez todos nós subconscientemente, até mesmo antes de nascer, tenhamos contato íntimo sendo esse povo na barriga dos acontecimentos.
Incrível o lapso chinês de desagregação dos relacionamentos de aprendizado profundo, e hoje apenas sinto pessoas "galinha" (segundo o termo criado por Leonardo Boff), que se alimentam dessa comida enlatada comunista que se manifesta através das "artes marciais" chinesas e através dos monumentos mortos, como a muralha. Esses monumentos que perderam totalmente a ligação com o povo antigo que o construiu, a não ser pelo sofrimento do empreendimento que continua na razão comunista implicita e VIVA!
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