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segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Toques do sino...


Primeiramente, gostaria de avisar que as postagens abaixo foram escritas em estilo livre e sem muito tempo para correções, pois escrevo de uma lan house e o tempo urge, assim como o valor dele também. Portanto, depois de escrever, pude constatar que quando postados, ficaram diferentes do estilo poético livre. Mas eu gosto do experimentalismo e liberdade objetiva.

Bom, indo direto ao ponto, fiquei muito tocado em três pontos sobre a medalha de ouro que Sua Santidade o Dalai Lama ganhou do Bush (ou congresso americano). Fiquei tocado pelo reconhecimento simbólico do acontecimento, mas principalmente, pelo FATO DE TER SIDO APENAS DIVULGADO PELA RESPOSTA DA CHINA. Será que era isso que os EUA queriam, alfinetar a China? Fiquei também tocado com a resposta ignorante da mesma comprovando mais uma vez o lado nazifacista (em sua arte de "genocidar" um povo) do comunismo.

Agora o interessante na alfinetada, e que o Dalai Lama tem que considerar - e nesse ponto eu entendo o lado humano imperfeito do mesmo - é que ao lado do antagônico chinês, está sendo peça de xadrez para uma futura campanha militar americana contra a China. Através da imagem do Dalai Lama, os EUA que também foram genocidas com os bravos indios americanos e travam guerras de interesses econômico com as guerrilhas iraquianas, e que inclusive ja se apoderam da amazonia de facto, os estadunidenses mobilizam o mundo contra a China. Isso pode ser interessante para o Tibet de Sua Santidade sim, mas posso perceber que na realidade estamos realmente distantes da vida sem fronteiras e institucionalidades como a que o mestre Shakiamuni, o Buddha, levou entre os sadhus, e que o fez perceber o caminho do meio. Se bem que o caminho do meio vibra entre os opostos, está ai a maior sabedoria budista: Saber como vibrar, diante das necessidades impermanentes, entre os opostos num suposto caminho do meio.

Deixo a discussão aberta e nada mais.

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